Renato Rocha & Legião

Renato Rocha, conhecido como Billy ou Negrete (Rio de Janeiro, 27 de maio de 1961), é um músico brasileiro. Tocou como baixista nos três primeiros discos da banda Legião Urbana.
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Vernon reid - Living Color, Black Rock Coalition

The Black Rock Coalition is a U.S.-based artists' collective and non-profit organization dedicated to promoting the creative freedom and works of black musicians.
The BRC was founded in 1985 in New York City by Vernon Reid (guitarist of the heavy metal band Living Colour), Greg Tate (journalist for the Village Voice), and Konda Mason (producer),[1] but today has members from around the world. The BRC's mission is to maximize the development, exposure, and acceptance of black rock musicians, and encourage artists who refuse to cater to "the creative straitjacket the industry has designed."
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Luiz Moreno - O Terço, Sá, Rodrix & Guarabira, Elis Regina

(...)"Moreno, com o violão, cantando Beatles! Fiquei admirado, achei muito bonito, pois um baterista tocando violão, me fez ver que ele na realidade era um cara dedicado a música . Ele estava cantando Blackbird...muito emocionante e lindo!"
(...)Trecho extraído do livro ''Eu e o Terço",de Irinéa Maria Ribeiro
Os Negros e o Rock Moderno
Músicos negros estabeleceram as bases do rock há 40 anos e depois deixaram o gênero nas mãos de músicos e fãs brancos. Agora, alguns negros estão tentando se reconectar à cena roqueira.
Não é a primeira vez que os negros marcam presença no rock moderno. Mas alguns fãs e músicos afirmam que sentem que uma cena musical roqueira multiétnica está se fortalecendo.
Jovens andam de skate e têm cabelo afro-moicano.
Bandas como o TV on the Radio têm chamado atenção.
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Afro-Punk

Afro-Punk: The Rock is a 66-minute documentary film directed by James Spooner, exploring race identity within the punk scene across America and abroad. The film focuses the lives of four people dedicated to the punk rock lifestyle, interspersed with interviews from scores of black punk rockers from all over the United States. The interviews cover issues of loneliness, exile, interracial dating, black power, and the dual lives led by people of color in communities that are primarily white.
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Clemente - Punk, suor e ouriço

Clemente Tadeu Nascimento nasceu no dia 12 de maio de 1963 em São Paulo, capital, e teve infância e adolescência no mesmo lugar: Vila Carolina, parte do Limão, bairro da zona norte paulistana. Logo aos 13 começou a tocar por influência do amigo de escola Douglas Viscaíno. Dois anos depois, a dupla se juntou a Ariel Uliana (voz) e Carlinhos (bateria) e fundaram a Restos do Nada, uma das primeiras bandas punk brasileiras, no qual Clemente teve que colocar a guitarra de lado para tocar baixo (afinal, Douglas era o seu professor de guitarra). Em 1979, um ano depois, Clemente saiu da Restos do Nada para entrar, a convite de Antônio Calegari (guitarra), na banda NAI (Nós Acorrentados no Inferno). Dois shows desastrosos depois, sendo que Clemente foi em apenas um, a NAI mudou de nome para Condutores de Cadáver, formada ainda por Índio (voz) e Teco-Teco (bateria).
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KRANEO - Afro-Punks em SP / Anos 80 - Fotos de Rui Mendes

Kraneo no TUCA (PUC-SP)
Gigante Brazil - Gang 90 & Isca de Polícia

Gigante Brazil começou a carreira no ano de 1969, na banda Massa Experiência. Na década de 70, o músico tocou com Jorge Mautner. Ele acompanhou Mautner nos nos anos de 1972 e 1973. Em 1975, formou a banda Sindicato.
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A Árvore-Símbolo – Conectividade entre os Mundos Material e Sobrenatural

A árvore é um dos símbolos fundamentais das culturas arcaicas. Os velhos baobás africanos de troncos enormes suscitam a impressão de serem testemunhas dos tempos imemoriais. Os mitos e o pensamento mágico-religioso yorubá têm na simbologia da árvore um de seus temas recorrentes. Na sua cosmogonia, a árvore surge como o princípio da conexão entre o mundo sobrenatural e o mundo material. As árvores “(...) estão associadas a ì gbá ì wà ñû – o tempo quando a existência sobreveio – e numerosos mitos começam pela fórmula ‘numa época em que o homem adorava árvores’...”(6).
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ONE NATION UNDER A GROOVE
Um dos maiores prazeres de se gastar a sua vida entre discos é presenciar a "revelação" que um disco pode ser para uma pessoa. Sabemos o poder da música neste aspecto, quanto sua capacidade de persuasão e sedução podem nos virar do avesso em poucos minutos. Uma simples canção pode mudar a vida de uma pessoa e poder conduzir esta pessoa para esta revelação nos dá uma sensação de dever cumprido, todas as horas e camadas de tímpanos gastas não foram em vão.

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ARY DIAS - A Cor Do Som, Rita Lee

ARY DIAS nasceu em Salvador, Bahia. Aos 15 anos iniciou sua carreira profissional como baterista, fazendo shows e bailes com sua banda.
Cursou a Universidade Federal de Música da Bahia, integrando a "Orquestra Sinfônica da Bahia". Foi um dos fundadores do "Grupo de Música Contemporânea" da UFBa e com o Prof. Walter Smetak, trabalhou na pesquisa dos "microtons".
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SUN RA, O VIAJANTE ASTRAL

Sun Ra dirigiu a nave do "free jazz" em direção ao cosmo. E foi no cosmo, por altura do Saturno que orbitava em torno da sua cabeça, que assentou o seu arraial de amuletos, rituais e danças galácticas.
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Andy Anderson - The Cure

Drummer for the Cure in 1983 and 1984 on the 'Lovecats' single and 'The Top,' "Japanese Whispers" and "Concert" albums. Clifford Leon Anderson (his birth name) was briefly in Hawkwind before joining the Cure, and was fired from the Cure for fighting with security guards during a Japanese tour.
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Fazer a abolição de novo
A primeira abolição não resultou na emancipação econômica e educacional dos libertos. A segunda é para corrigir esse malogro.
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Façamos a abolição outra vez. A primeira abolição não resultou na emancipação econômica e educacional dos libertos. A segunda abolição é para corrigir esse malogro fatal de nossa história, superado em gravidade apenas pelo próprio mal da escravatura. Só a partir dessa correção é que criaremos nós, os brasileiros de hoje, condições para que possa o Brasil ser útil à humanidade e a si mesmo. Tenhamos claros o problema, o perigo e a tarefa.
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Nile Rogers - Allah And The Knife Wielding Punks, Chic
Nile Rogers, Bernie Edwards, Tony Thompson
ALLAH AND THE KNIFE WIELDING PUNKS - Bernie Edwards, Nile Rogers and Tony Thompson were among the members of this 1976 co-ed New Wave act (they did not release any records) before morphing it into the legendary dance act Chic. Rogers and Edwards became two of the most successful producers in pop history, and each has worked with a number of rock artists (Rogers' collaborators include David Bowie, Peter Gabriel and Sting; Edwards' include ABC, Duran Duran and Air Supply). Edwards died of pneumonia while on tour in Japan in 1996. Thompson also played with Duran Duran members and Robert Palmer in the Edwards-produced rock supergroup Power Station, and was the drummer for the Led Zeppelin reunion at Live Aid in 1985. He died of cancer in 2003. (JA)
Barry Adamson - Nick Cave and the Bad Seeds, Magazine, Buzzcocks, Sound Tracks
Adamson, later of Nick Cave and the Bad Seeds, played bass in Magazine from 1979-1981. The band, while not too punk, was the product of the undeniable punk pedigree of Howard Devoto of the Buzzcocks. Adamson brought funky influence to the band, and that funkiness continued with his solo work in the 90s, especially The Negro Inside Me [Elektra, 1993], which explored his relationship with Funk, Jazz, Hip Hop and Euro Pop.


Arquivo Rizoma
AMANDO O ALIEN
Antecipando o pouso
“Enquanto isso,” disse ele, falando de maneira implacável, mas suave e mesméricamente, como fazem os gurus, “finalmente fui para Chicago. Tinha me determinado a não ser um músico - e em seguida, você sabe, tive essas experiências espaciais.” “A primeira experiência eu escrevi. Muito graficamente: está impressa em minha mente. Fui para o espaço através do que pensava ser um gigantesco farol de luz brilhando sobre mim. Disseram-me que queriam me levar para algum lugar, que eu tinha o tipo de mente que podia fazer algo para ajudar o planeta. Estava indo, mas foi uma jornada muito perigosa - deveria ter um procedimento e uma disciplina, tinha de ir lá para cima desse jeito” - e o velho homem levanta seus braços para a frente, como um zumbi ou uma múmia - “para evitar que qualquer parte de meu corpo tocasse o lado de fora, por que estava passando por zonas de tempo, e, se qualquer parte de meu corpo tocasse o lado de fora, não poderia trazer de volta”.
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Mickey Junkies

Mickey Junkies foi uma das referências do rock alternativo no Brasil nos anos 90. O quarteto de Osasco, que desde 1990 vinha testando formatos do que seria uma banda, juntou os trapos pela primeira vez em 27 de novembro de 1991, dia do aniversário de Jimi Hendrix, para um show na extinta casa Dynamo, com Rodrigo Carneiro (voz), Érico Birds (guitarra), André Satoshi (baixo) e Alexandre Carvalho, depois substituído por Ricardo Mix na bateria.
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Rammellzee
Misterioso beirando o incompreensível. Sua arte (telas, animações e mascaras e personagens...)me serviram de contra ponto á obra de Basquiat. Link
Devotos


A banda "Devotos" foi formada em 1988 por Cannibal (baixo e voz), Neilton (guitarra) e Celo Brown (batereia) sob o nome "Devotos do Ódio" que foi tirado do título de um livro de José Louzeiro (1987) (Teles 2000:244). Louzeiro é o novelista, jornalista e roteirista cujo livro "Infância dos Mortos" sobre a vida de uma criança que morava na rua, foi levada ao cinema em 1981 no filme aclamado pela crítica "Pixote" de Hector Babenco.
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Nigeria "Psy" Afro-Rock and Fuzz Funk in 1970's

Soundway Records presents Nigeria Rock Special: Psychedelic Afro-Rock and Fuzz Funk in 1970s Nigeria, a fascinating look at the underground Rock scene in 1970s Nigeria.
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A INSUSTENTÁVEL BRANQUEZA DO SER (1): Teoria Crítica Afro-Americana e Cibercultura

"Depois do egípcio, do indiano, do grego e do romano, do germânico e do mongol, o negro é uma espécie de sétimo filho, nascido com um véu e presenteado com uma percepção neste mundo americano – um mundo que não lhe permite nenhuma auto-consciência real, mas só o deixa ver a si mesmo através da revelação do outro mundo. É um sentimento particular, esta dupla consciência, esta sensação de sempre olhar para o seu eu através dos olhos dos outros, de medir a sua alma com a trena de um mundo que o observa com divertido desprezo e piedade. Sua dualidade (twoness) é constantemente sentida – um americano, um negro; duas almas, dois pensamentos, dois esforços inconciliáveis; dois ideais em guerra em um só corpo escuro, cuja força tenaz é apenas o que o impede de se dilacerar.
A história do negro americano é a história deste conflito - este anseio de chegar a uma natureza humana auto-consciente para fundir este eu duplo num melhor e mais verdadeiro eu".
(W. E. B. Dubois, As Almas da Gente Negra, 1903)
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PAUL GILROY: O ATLÂNTICO NEGRO
No Prefácio à lª edição de The Black Atlantic (1993), Paul Gilroy aspira que a leitura do seu livro represente uma viagem marítima pelo mundo do Atlântico Negro. Este último termo refere-se metaforicamente às estruturas transnacionais criadas na modernidade que se desenvolveram e deram origem a um sistema de comunicações globais marcado por fluxos e trocas culturais. A formação dessa rede possibilitou às populações negras durante a diáspora africana formarem uma cultura que não pode ser identificada exclusivamente como caribenha, africana, americana, ou britânica, mas todas elas ao mesmo tempo. Trata-se da cultura do Atlântico Negro, uma cultura que pelo seu caráter híbrido não se encontra circunscrita às fronteiras étnicas ou nacionais. Ao longo de 419 páginas o autor repensa a modernidade por meio da história do Atlântico Negro e da diáspora africana no hemisfério ocidental, conduzindo-nos de maneira instigante por rotas de difícil navegação.
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SANKOFA

È um símbolo gráfico de origem Akan, tribo da África ocidental, sobretudo Gana e Costa do Marfim. A palavra tem uma conotação simbólica no sentido da recuperação e valorização das referências culturais africanas. Sankofa significa “nunca é tarde para voltar e apanhar aquilo que ficou atrás”, ou seja, voltar às suas raízes e construir sobre elas, o progresso e a prosperidade.
É um pássaro africano de duas cabeças e segundo a filosofia africana significa aproximadamente voltar ao passado para resignificar o presente. O pássaro tem uma cabeça voltada para o passado e outra cabeça voltada para o futuro. Resgatar a memória para continuar fazendo história no presente.
Sou católico, apostólico, baiano
Sou devoto de Santo Antônio e de Nossa Senhora do Carmo. Entrei no candomblé, tardiamente, aos 20 e tantos anos, pelas mãos de Luiza Olivetto e Lícia Fabio, que me pediram para ajudar nas obras de restauração do telhado do Terreiro do Gantois.
Fui consertar o telhado do Gantois e o Gantois consertou minha vida. O candomblé não é uma religião. É um culto. Culto aos antepassados, às forças da natureza.
O candomblé é moderno. Ele já era ecológico antes que a ecologia entrasse em voga. Ele é avançado. Não exclui opções sexuais. Ao contrário, acolhe.
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